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publicado em: 30/10/2013 às 21h47:

Prefeitura discute privatizar destino do lixo em OC

Audiência Pública ocorreu na sexta-feira na Câmara Municipal

Assessoria de Imprensa_Giuliano Panvéchio

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Uma audiência pública debateu a possibilidade de Osvaldo Cruz mandar o lixo coletado diariamente para outra cidade na sexta-feira, 25.

A audiência foi marcada pela Prefeitura na Câmara Municipal e reuniu o prefeito Edmar Mazucato, vereadores, servidores municipais e representantes de outros setores, como a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

O motivo da audiência é porque o aterro sanitário local já não tem capacidade para receber mais lixo e a Prefeitura não tem dinheiro para os investimentos necessários, como a abertura de novas valas.

Seriam necessárias mais quatro valas para o chamado lixo inerte, aquele que tem que ser enterrado. Cada vala custa R$ 700 mil reais para ser aberta. A prefeitura abriu uma, mas não tem recursos para fazer as outras.

A Cetesb, que é o órgão fiscalizador, já determinou que o lixo da cidade não poderá ir para a usina e o aterro e que o município encontre uma alternativa.

Por isso, foi convocada a audiência pública onde uma empresa particular expor a possibilidade de coletar o lixo diária em Osvaldo Cruz e levar para uma usina em Quatá.

De acordo com o prefeito, Edmar Mazucato, esta foi uma primeira audiência de uma série de outros encontros que visam discutir a melhor saída para o destinho dos quase 30 mil quilos de resíduos produzidos diariamente na cidade.

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